UTILIZAÇÃO DA LUZ COMO TERAPIA
É importante compreender a relação entre cor, comprimento de onda, calor e ionização porque dependendo dessas variáveis uma cor irá exercer efeitos físicos diferentes. Ondas longas possuem menos energia, portanto, penetram menos nos tecidos do que as ondas curtas e produzem mais calor local. Isso explica, por exemplo, o nível de profundidade diferente em que um organismo pode ser lesado pela exposição excessiva ao calor ou aos raios X.
Uma cor da faixa do vermelho (maior comprimento de onda) vai ser acompanhada por uma produção de calor bem maior do que as cores da faixa do violeta, mas estas cores da faixa do violeta já terão misturado algumas radiações ionizantes, capaz de alterar os tecidos. Portanto, o que determina o modo de atuação física da luz no organismo é a quantidade de energia gerada por sua fonte, a qual determinará a cor produzida, que nada mais é do que um indicador externo, fácil de ver, do tipo e da quantidade de energia que estamos usando. Desta forma, apesar das aparências contrarias (por causa da sensação de calor e frio), as luzes na faixa do azul violeta contêm mais energia do que as da faixa do vermelho- amarelo, justamente porque não dispersam quase nada de calor. As luzes da faixa do vermelho são menos penetrantes que as da faixa do violeta. O verde que se encontra no centro do espectro se equilibra entre os dois extremos.
VERMELHO – A luz vermelha é a de maior comprimento de onda (7600 Å), é a que penetra menos nos tecidos produz mais calor. Desta forma há a estimulação da circulação, vasodilatação e aumento da freqüência cardíaca, o que resulta em maior aporte sangüíneo, maior aporte de nutrientes de células de defesa, acelerando o combate às infecções e a recuperação dos tecidos lesados. Acelera também remoção de detritos, toxinas e células mortas. Estimula, ainda as terminações nervosas e aumenta a sensibilidade. A luz vermelha é indicada na insuficiência cardíaca e aporte insuficiente de sangue, feridas não supuradas, inflamações, tosse crônica, asma, laringites, anemias, paralisias e doenças musculares atróficas.
Contra indicações – febre, hipertensão e neurite.
LARANJA – Não se distingue nitidamente das cores que a formam (vermelho e amarelo), sendo a diferença entre elas apenas de intensidade. Sua função básica é auxiliar o órgão ou célula a selecionar o que lhe é benéfico e eliminar o que lhe é inútil ou nocivo. È propicia para a digestão e metabolismo alimentar, função renal, cálculos renais e biliares. È indicada para todos os tipos de esclerose, anemia, asma, bronquite, como antiespamódico, aumenta a pulsação sem aumentar a pressão, aumenta o apetite, estimula a digestão, aumenta fertilidade e fecundidade.
Contra indicações – febre, hipertensão e neurite.
AMARELO – Tem a metade da força estimulante do vermelho e metade da capacidade reparadora do verde. É quente, mas não tanto quanto o vermelho. È vasodilatadora e estimula a atividade celular, facilitando a regeneração de tecidos desvitalizados. È utilizada para promover a cura e a cicatrização de lesões diversas especialmente em órgão e tecidos sensíveis, onde o vermelho poderia ser prejudicial. É indicada nas deficiências do estomago, fígado, pâncreas e vesícula biliar, ativa a digestão, fortifica o sistema endócrino e agudiza processos crônicos.
Contra indicações – febre, hipertensão, inflamação aguda e diarréia.
VERDE – Ocupa exatamente o centro do espectro eqüidistante dos dois pólos, vermelho e violeta. Todas as suas características físicas o colocam como a cor mais semelhante ao branco. É usado em ferimentos, inflamações e processos degenerativos. Impulsiona a atividade celular favorecendo a cicatrização, sem excitar como o vermelho. Acelera o processo de cura estimulando a proliferação celular e substituição dos tecidos degenerados. Por ter comprimento de onda intermediário (5200 Å), penetra mais nos tecidos que o vermelho e reduz a reação inflamatória nos órgãos. A luz verde é indicada nas tosses, tumores, inflamações articulares, cistos, dilatações brônquicas e doenças oculares.
Contra indicações – hipertensão, paralisia, contrações musculares e reumatismo.
AZUL – Luz fria, com efeito relaxante e analgésico. Aumenta o metabolismo, tem efeito descongestionante e promove o crescimento. Tem propriedade anti-séptica e promove a contração de artérias e veias. Indicada nas supurações, febre, congestão, dor, hipertensão, taquicardia, hemorragia, lesões de ligamentos e regula a contração muscular.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
ÍNDIGO – É uma luz elétrica, fria e adstringente, controla todos os sentidos, induz a produção de fagócitos, é depressor respiratório, tônico muscular e anestésico. É indicada nas alterações dos órgãos do sentido, nas alterações neurológicas com convulsões, hemorragias e patologias de garganta.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
VIOLETA – Ocupa o extremo frio do espectro de cores, é a luz visível de menor comprimento de onda (4000 Å) e, portanto, a mais penetrante, podendo atingir estruturas orgânicas em maior profundidade que as outras cores. Estimula a circulação periférica e o sistema imunológico, tem efeito bactericida e elimina toxinas e detritos resultantes da infecção. É indicada no controle de infecções, na cicatrização de feridas e no alívio da dor. Estimula o sistema linfático, a produção óssea e a regeneração dos tecidos.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
Rádio Forró Tradicional
domingo, 28 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
O que é o fogo selvagem
Saiba mais sobre o pênfigo, uma dolorosa e rara doença de pele
Existem muitas doenças, graves ou benignas, que até hoje intrigam os médicos e deixam as pessoas preocupadas, pelo fato de essas doenças não terem causas definidas ou curas descobertas. Uma doença rara, de processo lento de cura e cujos sintomas trazem muito sofrimento aos doentes é o pênfigo, conhecido popularmente como fogo selvagem.
O pênfigo é uma doença de pele, e se caracteriza pelo surgimento de bolhas que afetam o tórax, rosto e couro cabeludo, podendo se alastrar pelo corpo todo – inclusive órgãos internos, em seu estado mais grave. Existem dois tipos de pênfigo, o foliáceo e o vulgar. Embora não se saiba com exatidão a causa da doença, uma das prováveis causas seja a produção de anticorpos que atuam contra uma substância existente entre as células da pele.
O nome popular fogo selvagem origina do fato de essas bolhas na pele estourarem e deixarem feridas em carne viva, que ardem bastante (como se fossem “labaredas”). A pele desses pacientes se torna muito sensível e, devido às feridas, mais vulneráveis a infecções. Uma outra característica da doença é que ela pode se manifestar em vários momentos da vida do paciente.
Antigamente, da mesma forma que a hanseníase, o pênfigo era considerado uma doença “maldita”, e os doentes sofriam muita discriminação. Isso era causado pela falta de informação tanto da população quanto dos médicos sobre o fogo selvagem que, ao contrário do que muitos pensam, não é contagioso.
O tratamento da doença é lento, durando aproximadamente de 5 a 7 anos; ainda não se tem um medicamento que traga resultados mais imediatos. Geralmente, o doente recebe medicação oral à base de corticoides, além de banhos tópicos que ajudam na cicatrização das feridas e no alívio da sensação de queimadura.
No Brasil, dois hospitais são considerados como referência no tratamento dos portadores do pênfigo: Hospital Adventista do Pênfigo, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e o Lar da Caridade/Hospital do Fogo Selvagem em Uberaba (Minas Gerais).
FONTE: http://www.portalsaudepsf.com.br
Existem muitas doenças, graves ou benignas, que até hoje intrigam os médicos e deixam as pessoas preocupadas, pelo fato de essas doenças não terem causas definidas ou curas descobertas. Uma doença rara, de processo lento de cura e cujos sintomas trazem muito sofrimento aos doentes é o pênfigo, conhecido popularmente como fogo selvagem.
O pênfigo é uma doença de pele, e se caracteriza pelo surgimento de bolhas que afetam o tórax, rosto e couro cabeludo, podendo se alastrar pelo corpo todo – inclusive órgãos internos, em seu estado mais grave. Existem dois tipos de pênfigo, o foliáceo e o vulgar. Embora não se saiba com exatidão a causa da doença, uma das prováveis causas seja a produção de anticorpos que atuam contra uma substância existente entre as células da pele.
O nome popular fogo selvagem origina do fato de essas bolhas na pele estourarem e deixarem feridas em carne viva, que ardem bastante (como se fossem “labaredas”). A pele desses pacientes se torna muito sensível e, devido às feridas, mais vulneráveis a infecções. Uma outra característica da doença é que ela pode se manifestar em vários momentos da vida do paciente.
Antigamente, da mesma forma que a hanseníase, o pênfigo era considerado uma doença “maldita”, e os doentes sofriam muita discriminação. Isso era causado pela falta de informação tanto da população quanto dos médicos sobre o fogo selvagem que, ao contrário do que muitos pensam, não é contagioso.
O tratamento da doença é lento, durando aproximadamente de 5 a 7 anos; ainda não se tem um medicamento que traga resultados mais imediatos. Geralmente, o doente recebe medicação oral à base de corticoides, além de banhos tópicos que ajudam na cicatrização das feridas e no alívio da sensação de queimadura.
No Brasil, dois hospitais são considerados como referência no tratamento dos portadores do pênfigo: Hospital Adventista do Pênfigo, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e o Lar da Caridade/Hospital do Fogo Selvagem em Uberaba (Minas Gerais).
FONTE: http://www.portalsaudepsf.com.br
domingo, 31 de maio de 2009
Pensando no Futuro !
Solução para a crise econômica
Mês de Janeiro, às margens do Mar Negro, chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.Eram tempos muito difíceis e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar o local, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um futuro melhor.
Mês de Janeiro, às margens do Mar Negro, chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.Eram tempos muito difíceis e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar o local, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um futuro melhor.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Olhos de Super-Homem
Britânicos criam câmera capaz de enxergar, a 25 metros, armas, drogas ou explosivos escondidos sob as roupas das pessoas e diferenciar cocaína de açúcar
Quando foi criado em 1938 pelos desenhistas e escritores de ficção científica Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos americanos, o incrível personagem chamado Super-Homem conquistou imediatamente o público. E nem era para menos: o herói conseguia, por exemplo, voar na velocidade da luz, incendiar objetos lançando sobre eles apenas o seu olhar e dobrar cabos de aço com a tranqüilidade de quem monta um origami. Nenhum desses poderes, no entanto, foi tão cobiçado pela ciência como a sua visão de raio X – com ela, o Super-Homem conseguia enxergar através de roupas e além de paredes. Nada era impossível para esse personagem de ficção. Ficção? Não mais. Setenta anos após a sua criação, uma empresa da Grã-Bretanha desenvolveu e anunciou, na semana passada, numa exposição científica patrocinada pela Secretaria do Interior Britânica, o lançamento de uma câmera que vai muito além dos demais instrumentos de segurança atualmente espalhados pelo mundo. Assim como o Super-Homem, a T5000, da empresa ThruVision, consegue enxergar através de paredes e de vestimentas, “desnudando” traficantes e terroristas que estejam portando, sob a roupa, armas, bombas ou drogas. Dos quadrinhos e das telas para a vida real, a criação dessa espécie de Super-Homem desenvolvida pela ciência está sendo comemorada pela indústria de tecnologia de segurança do Reino Unido.
Ao contrário das câmeras instaladas hoje em locais públicos, que utilizam raios X, a novidade se baseia na análise de ondas terahertz (ou raios T), que são uma radiação eletromagnética com baixo nível de energia emitida pelas pessoas e objetos. As freqüências na faixa de 0,1 e 10 terahertz situam-se entre as faixas da microonda e do infravermelho. “Nossa tecnologia funciona com base no conceito de que todas as pessoas e objetos emitem níveis reduzidos de radiação eletromagnética”, diz Clive Beattie, presidente- executivo da ThruVision. A câmera dessa nova engenhoca possui uma microantena de ouro que capta a radiação terahertz emitida por um determinado objeto. Após ser analisada por um termômetro extremamente sensível, chamado nitreto de nióbio, essa radiação é visualizada na tela de um computador e um programa específico informa sobre o tipo de objeto que foi encontrado sob a roupa. Segundo a empresa, o T5000 é capaz de distinguir a onda emitida pelos mais diversos materiais. “É assim que sabemos a diferença entre explosivos e um bloco de argila. E conseguimos distinguir entre cocaína e um punhado de açúcar”, diz Beattie. Para se ter noção da sutileza dessa energia, até mesmo as cadeias de DNA vibram em nosso organismo na freqüência terahertz e isso significa, saindo do terreno da segurança e entrando no campo da medicina, que no futuro os especialistas poderão ajustar essa freqüência, realizando arranjos terapêuticos. “Células cancerosas, como o melanoma, também vibram nessa freqüência, o que permitirá a descoberta da doença em estágios iniciais”, diz Beattie.
5 segundos é o tempo que a câmera T5000 leva para reconhecer uma arma ou um pacote de cocaína escondidos sob a roupa
“Se olharmos para alguém em terahertz, a pessoa irá aparecer brilhando como uma lâmpada e a intensidade do brilho dos objetos irá variar” Clive Beattie, presidente da ThruVision
A alta potência da câmera detecta objetos a uma distância de até 25 metros e ela opera como detectora ainda que as pessoas estejam em movimento. Para quem ficou preocupado com a privacidade, a ThruVision explica que a T5000 “não revela detalhes físicos sobre o corpo observado, apenas coisas”. Essa revolucionária tecnologia terá aplicações militares e civis e será utilizada em aeroportos, shopping centers, eventos esportivos e em demais situações nas quais haja grande concentração de pessoas “Atos de terrorismo abalaram o mundo nos últimos anos e as precauções têm de ser reforçadas”, diz Beattie. “A capacidade de olharmos artefatos escondidos no corpo, nesse momento em que há tantos atentados suicidas, é essencial para reforçar qualquer sistema abrangente de segurança.” ´
Fonte : ISTOÉ Independente
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Pedra brasileira não é da Terra.
Diamantes negros do Brasil são extraterrestres
Inovação Tecnológica
Se de fato "os diamantes são para sempre," parece que, em relação ao planeta Terra, eles também "o são desde sempre". Geólogos descobriram que os chamados diamantes carbonados, ou diamantes negros, não se originaram na Terra, mas no espaço exterior.
O nome diamante carbonado foi cunhado no Brasil no século XVIII, e é usado internacionalmente ("carbonado diamonds"). Eles só ocorrem aqui no Brasil e na República Centro-Africana.
Cientistas de duas universidades norte-americanas agora descobriram que esse tipo muito específico de diamante, que não é encontrado em nenhuma mina na Terra, tem uma origem extra-terrestre.
"Elementos traço críticos para uma origem ET são o nitrogênio e o hidrogênio," afirma Stephen Haggerty, um dos autores do artigo que descreve a descoberta. A presença de hidrogênio nos diamantes carbonados indica que eles foram formados em um ambiente rico nesse gás, no espaço interestelar.
Os diamantes tradicionais são minerados a partir de rochas vulcânicas chamadas kimberlitos. Eles também podem ser extraídos de fontes secundárias, chamadas aluviões, que se formam quando os kimberlitos são desgastados pela ação dos agentes naturais e fazem com que os diamantes soltem-se da rocha original e se acumulem, principalmente em cursos d´água.
Essa formação é praticamente idêntica em todas as minas ao redor do mundo. Mas nenhuma delas é compatível com a formação dos diamantes carbonados. Todas as minas de diamante do mundo em conjunto produziram cerca de 600 toneladas de diamantes convencionais desde 1900. Mas nenhuma delas produziu um quilate sequer de diamantes negros.
Segundo os pesquisadores, os diamantes carbonados foram formados em explosões de estrelas chamadas supernovas. Quando chegaram à Terra, eles eram do tamanho de asteróides, medindo até um quilômetro de diâmetro. Fonte: Hypesciense.com
Inovação Tecnológica
Se de fato "os diamantes são para sempre," parece que, em relação ao planeta Terra, eles também "o são desde sempre". Geólogos descobriram que os chamados diamantes carbonados, ou diamantes negros, não se originaram na Terra, mas no espaço exterior.
O nome diamante carbonado foi cunhado no Brasil no século XVIII, e é usado internacionalmente ("carbonado diamonds"). Eles só ocorrem aqui no Brasil e na República Centro-Africana.
Cientistas de duas universidades norte-americanas agora descobriram que esse tipo muito específico de diamante, que não é encontrado em nenhuma mina na Terra, tem uma origem extra-terrestre.
"Elementos traço críticos para uma origem ET são o nitrogênio e o hidrogênio," afirma Stephen Haggerty, um dos autores do artigo que descreve a descoberta. A presença de hidrogênio nos diamantes carbonados indica que eles foram formados em um ambiente rico nesse gás, no espaço interestelar.
Os diamantes tradicionais são minerados a partir de rochas vulcânicas chamadas kimberlitos. Eles também podem ser extraídos de fontes secundárias, chamadas aluviões, que se formam quando os kimberlitos são desgastados pela ação dos agentes naturais e fazem com que os diamantes soltem-se da rocha original e se acumulem, principalmente em cursos d´água.
Essa formação é praticamente idêntica em todas as minas ao redor do mundo. Mas nenhuma delas é compatível com a formação dos diamantes carbonados. Todas as minas de diamante do mundo em conjunto produziram cerca de 600 toneladas de diamantes convencionais desde 1900. Mas nenhuma delas produziu um quilate sequer de diamantes negros.
Segundo os pesquisadores, os diamantes carbonados foram formados em explosões de estrelas chamadas supernovas. Quando chegaram à Terra, eles eram do tamanho de asteróides, medindo até um quilômetro de diâmetro. Fonte: Hypesciense.com
terça-feira, 5 de maio de 2009
Energia aérea ?
Energia Sem o Uso dos Fios
Um novo avanço tecnológico foi descoberto pelos MIT (Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts), eles conseguiram acender uma lâmpada transmitindo toda a energia necessária por meio da tecnologia, sem o uso de fios.
Segundo alguns pesquisadores, dentro de pouco tempo os telemóveis e outros aparelhos eletrônicos poderão receber energia sem necessidade de estar ligados à corrente elétrica.
Não é novo esse conceito de envio de energia através da rede sem fios, mas até agora a sua utilização em larga escala tem sido considerada ineficaz, uma vez que a energia eletromagnética gerada iria irradiar em todas as direções.
O cientista Marin Soljacic, do MIT, descobriu a maneira de realizar a transferência de energia através de ondas eletromagnéticas definidas. O segredo é fazer com que os aparelhos, fornecedor e receptor, se comuniquem na mesma freqüência, fazendo com que recebam a energia de forma eficiente, sem a perda que hoje é considerada.
O princípio é idêntico àquele que permite um cantor de ópera partir um copo de vidro com a voz, desde que o objeto se comunique na mesma freqüência da voz. Os cientistas, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, conseguiram acender uma lâmpada de 60 watts colocada a dois metros da fonte geradora de energia. Essa descoberta permite pensar num futuro próximo em que os aparelhos telemóveis, eletrônicos e outros, funcionem sem a necessidade de pilhas, evitando os problemas associados à sua reciclagem e aos efeitos nocivos dos químicos tóxicos de que são feitos.
Os cientistas ainda têm muito que trabalhar, pois o processo desenvolvido no MIT é eficaz a 40-45%, ou seja, a maior parte da energia gerada pela fonte emissora não chegou à lâmpada. Marin Soljacic considerou que o processo tem que, pelo menos, duplicar a sua eficiência, antes de poder competir com as formas tradicionais de fornecimento de energia aos aparelhos elétricos e eletrônicos.
O objetivo é conseguir, por exemplo, que uma única fonte de energia sem fios possa alimentar todos os aparelhos existentes num dado espaço, como a sala de uma casa. Nos testes até agora efetuados não foram detectados nenhum dano nos telemóveis, computadores portáteis e cartões de crédito que se encontravam no laboratório, mas o MIT admite a necessidade de mais estudos.
A não existência de efeitos secundários nesta forma de transformação de energia tem ainda outro efeito, segundo o MIT, a colocação de pessoas ou objetos entre o emissor e o receptor de energia em nada atinge a passagem da energia.
Fonte: Keilla Costa -Revista Brasil Escola
Um novo avanço tecnológico foi descoberto pelos MIT (Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts), eles conseguiram acender uma lâmpada transmitindo toda a energia necessária por meio da tecnologia, sem o uso de fios.
Segundo alguns pesquisadores, dentro de pouco tempo os telemóveis e outros aparelhos eletrônicos poderão receber energia sem necessidade de estar ligados à corrente elétrica.
Não é novo esse conceito de envio de energia através da rede sem fios, mas até agora a sua utilização em larga escala tem sido considerada ineficaz, uma vez que a energia eletromagnética gerada iria irradiar em todas as direções.
O cientista Marin Soljacic, do MIT, descobriu a maneira de realizar a transferência de energia através de ondas eletromagnéticas definidas. O segredo é fazer com que os aparelhos, fornecedor e receptor, se comuniquem na mesma freqüência, fazendo com que recebam a energia de forma eficiente, sem a perda que hoje é considerada.
O princípio é idêntico àquele que permite um cantor de ópera partir um copo de vidro com a voz, desde que o objeto se comunique na mesma freqüência da voz. Os cientistas, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, conseguiram acender uma lâmpada de 60 watts colocada a dois metros da fonte geradora de energia. Essa descoberta permite pensar num futuro próximo em que os aparelhos telemóveis, eletrônicos e outros, funcionem sem a necessidade de pilhas, evitando os problemas associados à sua reciclagem e aos efeitos nocivos dos químicos tóxicos de que são feitos.
Os cientistas ainda têm muito que trabalhar, pois o processo desenvolvido no MIT é eficaz a 40-45%, ou seja, a maior parte da energia gerada pela fonte emissora não chegou à lâmpada. Marin Soljacic considerou que o processo tem que, pelo menos, duplicar a sua eficiência, antes de poder competir com as formas tradicionais de fornecimento de energia aos aparelhos elétricos e eletrônicos.
O objetivo é conseguir, por exemplo, que uma única fonte de energia sem fios possa alimentar todos os aparelhos existentes num dado espaço, como a sala de uma casa. Nos testes até agora efetuados não foram detectados nenhum dano nos telemóveis, computadores portáteis e cartões de crédito que se encontravam no laboratório, mas o MIT admite a necessidade de mais estudos.
A não existência de efeitos secundários nesta forma de transformação de energia tem ainda outro efeito, segundo o MIT, a colocação de pessoas ou objetos entre o emissor e o receptor de energia em nada atinge a passagem da energia.
Fonte: Keilla Costa -Revista Brasil Escola
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Pandemia
Entenda o vírus mortal da Gripe Suína
Conheça os sintomas, como ocorre o contágio e como evitá-lo.
A gripe suína é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.
Como a gripe suína mata?
Na verdade, qualquer tipo de gripe pode matar, em especial pessoas com sistema imune (de defesa do organismo) enfraquecido. A gripe suína parece ser capaz de afetar gravemente pessoas com sistema imune mais forte, e seu mecanismo de ação ainda precisa ser estudado em detalhes. No entanto, o principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito. Outras complicações sérias têm a ver com lesões severas nos músculos, que podem levar a problemas nos rins e no coração, e mesmo, mais raramente, meningites e outros problemas no sistema nervoso central. Em todos esses casos, pode ocorrer a morte.
Quantos vírus de gripe suína existem?
Como todos os vírus de gripe, os suínos também mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripe aviária e humana. Quando todos contaminam o mesmo porco, pode haver mistura genética e novos vírus que são uma mistura de suíno, humano e aviário podem aparecer. No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.Qual é o vírus que está causando a crise atual?É uma versão nova do H1N1.
Como os seres humanos pegam gripe suína?
Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.
Consumir carne de porco pode causar gripe suína?
Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.
O que significa a palavra "pandemia" e os níveis de perigo da OMS?
O termo "pandemia" se refere a uma epidemia de proporções globais, no qual há surtos de uma dada doença de forma "sustentável" (ou seja, sem interrupção da cadeia de transmissão no horizonte) em vários países e em mais de um continente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) usa uma escala de seis fases para caracterizar a transmissão dos vírus influenza (da gripe) pelo planeta.Na fase 1, a transmissão só ocorre entre animais.A fase 2 se caracteriza pelos primeiros relatos de transmissão do vírus de animais para seres humanos.Pequenos grupos de casos entre humanos definem a fase 3. Nela, no entanto, a transmissão de pessoa para pessoa ainda não é eficiente no grau necessário para que a comunidade inteira onde vivem os infectados esteja em risco. Agora estamos na fase 4, na qual a dinâmica da infecção é sustentável o suficiente para causar surtos afetando comunidades inteiras. O risco de pandemia é grande, mas não 100% certo.A fase 5 corresponde à transmissão de pessoa para pessoa em mais de um país, indicando uma pandemia iminente.Finalmente, na fase 6, a pandemia está caracterizada.
O que fazer para evitar o contágio?
O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.- Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.- Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.- Evite contato próximo com pessoas doentes.- Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.
Quais são os sintomas da gripe suína?
Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.Qual o índice de mortalidade dessa forma da doença?Ainda é cedo para ter estatísticas precisas, mas cerca de um em cada 15 a 20 casos da doença até agora diagnosticados resultou em morte -- taxa considerada alta.
Como se faz o diagnóstico de gripe suína?
Para identificar uma infecção por um vírus influenza do tipo A, é preciso analisar amostras respiratórias do paciente durante os primeiros 4 ou 5 dias da doença -- quando uma pessoa infectada tem mais chance de estar espalhando o vírus. Entretanto, algumas pessoas, especialmente crianças, podem manter o vírus presente por dez dias ou mais. A identificação do vírus é então feita em teste de laboratório.
O consumo de vitamina C ou outras medidas para melhorar a resistência do organismo podem ajudar na prevenção?
Provavelmente não muito, diz o biólogo Atila Iamarino, da USP, que faz doutorado sobre a evolução de vírus como o HIV. "A verdade é que não se sabe se o consumo de vitamina C realmente aumenta a resistência ao vírus. O organismo da pessoa pode estar bem preparado, mas, se as características do vírus nunca tiverem sido encontradas pelo sistema imune, existe o risco de infecção", afirma.
Como é feito o tratamento?
"Existem duas linhas de medicamentos. Uma delas, a amantadina, impede a entrada do vírus nas células humanas. A outra, de medicamentos como o Tamiflu [oseltamivir], tenta barrar a saída do vírus de uma célula quando ele tenta infectar outras", explica o biólogo da USP.A má notícia, diz Iamarino, é que o H1N1 já se mostrou resistente à primeira classe de remédios. Por enquanto, o oseltamivir ainda parece ser capaz de agir contra ele.
As atuais vacinas contra a gripe têm alguma influência na proteção contra a gripe suína?
De acordo com o pesquisador da USP, existe a possibilidade de essas vacinas oferecerem proteção parcial contra o vírus proveniente de porcos. No entanto, mesmo que isso aconteça, certamente a formulação delas não será a ideal. "Não sabemos, por exemplo, para que lado vai caminhar a variabilidade genética do vírus suíno. Normalmente, ao produzir uma vacina, você já leva em conta o conhecimento que tem do vírus para tentar cobrir a variação futura dele e alcançar o máximo possível de proteção", diz Iamarino.
Há vacinas para a gripe suína?
No momento, somente para porcos, que são mais constantemente afetados por esse tipo de vírus. Mas as autoridades já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina. As vacinações rotineiras de gripe feitas em humanos não combatem os vírus do tipo H1N1 que vêm dos suínos.
Conheça os sintomas, como ocorre o contágio e como evitá-lo.
A gripe suína é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.
Como a gripe suína mata?
Na verdade, qualquer tipo de gripe pode matar, em especial pessoas com sistema imune (de defesa do organismo) enfraquecido. A gripe suína parece ser capaz de afetar gravemente pessoas com sistema imune mais forte, e seu mecanismo de ação ainda precisa ser estudado em detalhes. No entanto, o principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito. Outras complicações sérias têm a ver com lesões severas nos músculos, que podem levar a problemas nos rins e no coração, e mesmo, mais raramente, meningites e outros problemas no sistema nervoso central. Em todos esses casos, pode ocorrer a morte.
Quantos vírus de gripe suína existem?
Como todos os vírus de gripe, os suínos também mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripe aviária e humana. Quando todos contaminam o mesmo porco, pode haver mistura genética e novos vírus que são uma mistura de suíno, humano e aviário podem aparecer. No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.Qual é o vírus que está causando a crise atual?É uma versão nova do H1N1.
Como os seres humanos pegam gripe suína?
Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.
Consumir carne de porco pode causar gripe suína?
Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.
O que significa a palavra "pandemia" e os níveis de perigo da OMS?
O termo "pandemia" se refere a uma epidemia de proporções globais, no qual há surtos de uma dada doença de forma "sustentável" (ou seja, sem interrupção da cadeia de transmissão no horizonte) em vários países e em mais de um continente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) usa uma escala de seis fases para caracterizar a transmissão dos vírus influenza (da gripe) pelo planeta.Na fase 1, a transmissão só ocorre entre animais.A fase 2 se caracteriza pelos primeiros relatos de transmissão do vírus de animais para seres humanos.Pequenos grupos de casos entre humanos definem a fase 3. Nela, no entanto, a transmissão de pessoa para pessoa ainda não é eficiente no grau necessário para que a comunidade inteira onde vivem os infectados esteja em risco. Agora estamos na fase 4, na qual a dinâmica da infecção é sustentável o suficiente para causar surtos afetando comunidades inteiras. O risco de pandemia é grande, mas não 100% certo.A fase 5 corresponde à transmissão de pessoa para pessoa em mais de um país, indicando uma pandemia iminente.Finalmente, na fase 6, a pandemia está caracterizada.
O que fazer para evitar o contágio?
O CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) fez algumas recomendações para evitar a doença.- Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar. Jogue no lixo o lenço após o uso.- Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.- Evite tocar seus olhos, nariz ou boca. Os germes se espalham deste modo.- Evite contato próximo com pessoas doentes.- Se você ficar doente, fique em casa e limite o contato com outros, para evitar infectá-los.
Quais são os sintomas da gripe suína?
Os sintomas são normalmente similares aos da gripe comum e incluem febre, letargia, falta de apetite e tosse. Algumas pessoas com gripe suína também tiveram coriza, garganta seca, náusea, vômito e diarreia.Qual o índice de mortalidade dessa forma da doença?Ainda é cedo para ter estatísticas precisas, mas cerca de um em cada 15 a 20 casos da doença até agora diagnosticados resultou em morte -- taxa considerada alta.
Como se faz o diagnóstico de gripe suína?
Para identificar uma infecção por um vírus influenza do tipo A, é preciso analisar amostras respiratórias do paciente durante os primeiros 4 ou 5 dias da doença -- quando uma pessoa infectada tem mais chance de estar espalhando o vírus. Entretanto, algumas pessoas, especialmente crianças, podem manter o vírus presente por dez dias ou mais. A identificação do vírus é então feita em teste de laboratório.
O consumo de vitamina C ou outras medidas para melhorar a resistência do organismo podem ajudar na prevenção?
Provavelmente não muito, diz o biólogo Atila Iamarino, da USP, que faz doutorado sobre a evolução de vírus como o HIV. "A verdade é que não se sabe se o consumo de vitamina C realmente aumenta a resistência ao vírus. O organismo da pessoa pode estar bem preparado, mas, se as características do vírus nunca tiverem sido encontradas pelo sistema imune, existe o risco de infecção", afirma.
Como é feito o tratamento?
"Existem duas linhas de medicamentos. Uma delas, a amantadina, impede a entrada do vírus nas células humanas. A outra, de medicamentos como o Tamiflu [oseltamivir], tenta barrar a saída do vírus de uma célula quando ele tenta infectar outras", explica o biólogo da USP.A má notícia, diz Iamarino, é que o H1N1 já se mostrou resistente à primeira classe de remédios. Por enquanto, o oseltamivir ainda parece ser capaz de agir contra ele.
As atuais vacinas contra a gripe têm alguma influência na proteção contra a gripe suína?
De acordo com o pesquisador da USP, existe a possibilidade de essas vacinas oferecerem proteção parcial contra o vírus proveniente de porcos. No entanto, mesmo que isso aconteça, certamente a formulação delas não será a ideal. "Não sabemos, por exemplo, para que lado vai caminhar a variabilidade genética do vírus suíno. Normalmente, ao produzir uma vacina, você já leva em conta o conhecimento que tem do vírus para tentar cobrir a variação futura dele e alcançar o máximo possível de proteção", diz Iamarino.
Há vacinas para a gripe suína?
No momento, somente para porcos, que são mais constantemente afetados por esse tipo de vírus. Mas as autoridades já anunciaram estar trabalhando numa versão humana da vacina. As vacinações rotineiras de gripe feitas em humanos não combatem os vírus do tipo H1N1 que vêm dos suínos.
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