Conheça o novo componente eletrônico criado pela HP que deve garantir o futuro do armazenamento e das memórias.
A eletrônica é uma área da Ciência que revolucionou o mundo e possibilitou o surgimento da computação. Foi necessário que vários cientistas formulassem teorias e cálculos de alta complexidade para provar que pequenos componentes poderiam gerar máquinas capazes de processar tarefas. Para quem ainda não conhece, os três principais componentes fundamentais da eletrônica são...
O Resistor, o capacitor e o indutor
Talvez você já esteja familiarizado com alguns desses nomes, mas é bem provável que a maioria dos usuários nem imagina o que eles significam e representam. O resistor, o capacitor e o indutor são pequenas peças utilizadas na eletrônica, e claro, na informática. Não iremos detalhar exatamente a função de cada uma, pois seria necessário um livro para falar sobre elas e as infinitas funções que podem realizar.
Essas pecinhas estão presentes em quase tudo que você imaginar. Desde os mais simples eletrodomésticos até as televisões, videogames e computadores são dependentes desses componentes. Mas a eletrônica moderna não depende apenas desses pequenos itens, inclusive houve uma época em que o mundo estava “parado” (tecnologicamente falando) por falta de um componente importantíssimo...
O Transistor
Esse componente eletrônico é, sem dúvida, uma das maiores invenções do ser humano. O transistor serve como uma peça inteligente que consegue realizar tarefas mais complexas do que o simples armazenamento de carga, retenção ou indução (funções estas que eram realizadas pelo capacitor, resistor e indutor, respectivamente). Devido à criação do transistor é que foi possível criar processadores e microchips capazes de interpretar ordens.
A princípio o transistor foi pouco utilizado e não apresentava resultados muito surpreendentes, todavia aos poucos ele foi ganhando seu devido espaço e hoje ele é um componente indispensável na eletrônica e na computação. Evidentemente, nenhum dos componentes apresentados até aqui foi mantido exatamente igual como na época em que foram criados. Com a evolução constante da tecnologia, todos sofreram redução de tamanho chegando à...
Nanotecnologia
Ainda não conhece o termo? Vamos explicar. Nanotecnologia nada mais é do que a tecnologia atual desenvolvida num tamanho minúsculo, um “mundo” tão pequeno que chega a ser impossível enxergar os componentes a olho nu.
A nanotecnologia viabilizou a criação de diversas novas peças para os computadores. Entre tantos componentes, podemos citar os processadores, chipsets, memórias e muitos outros. Foi graças à nanotecnologia que as memórias (memória RAM) puderam ser desenvolvidas em tamanhos incrivelmente pequenos. Contudo, as memórias RAM sempre sofreram com um grande problema...
A dependência de energia
Infelizmente, desde que a computação surgiu, nunca conseguiram desenvolver memórias RAM que pudessem armazenar dados — mesmo que temporariamente — sem a utilização de energia. Diferente dos dispositivos de armazenamento, as memórias RAM sofrem o problema de volatilidade, o que faz com que os sistemas sejam bem mais lentos do que poderiam ser. A lentidão ocorre justamente na transmissão de dados entre o disco rígido e a memória RAM.
Toda vez que você liga o seu computador, o sistema operacional deve ser enviado para a memória RAM (que é uma memória de alta velocidade), para que então o processador consiga acessar os dados do sistema sem demoras. Essa transferência de dados entre HD e memória sempre gerou problemas, e talvez seja um dos fatores que mais limita a evolução da computação. Todavia, este problema está para ser resolvido em breve, pois agora teremos o...
Memristor
A HP anunciou recentemente que sua equipe de cientistas esteve fazendo diversos testes em seus laboratórios de pesquisas, pois ainda em 2005 haviam desenvolvido um novo componente para o mundo da eletrônica. Este novo componente tinha outro nome (crossbar latch), mas descobriram no ano passado que na verdade ele é um Memristor — um componente que alguns já pensavam na existência, porém algo que nunca havia saído do papel.
Memristor? Difícil de pronunciar e ainda mais difícil para desenvolver, o Memristor é um componente que foi teorizado pelo cientista Leon Chua, no ano de 1971. O Memristor é na verdade uma junção entre a capacidade resistiva (do resistor) e a memorização (das memórias).
Como são os memristores? Bom, evidentemente o memristor é construído com nanotecnologia, portanto você jamais conseguirá vê-lo sem o auxílio de um instrumento apropriado.
Para você ter uma ideia do tamanho real, basta dizer que os memristores têm a largura de 50 nanômetros, o que equivale a menos de 200 átomos. Bom, agora que você já conhece a aparência do novo componente da eletrônica, iremos falar das principais...
Melhorias significativas
O memristor tende a revolucionar completamente a informática. Por ser um tipo de memória em tamanho nano, ele ocupa pouquíssimo espaço físico, o que levará as fabricantes de memória a investirem nesse ramo. Evidentemente, além do espaço, o memristor é mais rápido em todos os sentidos, principalmente por armazenar os dados sem a necessidade de energia.
Imagine que interessante: por acaso acaba a energia elétrica em sua casa e você não salvou nada do que estava aberto. Mas aí você lembra que seu computador já é dotado de memristores, os quais salvaram o estado do computador antes de tudo desligar e claro, eles não perderam as informações que estavam em sua tela. Fantástico, não?
Quer um exemplo do memristor aplicado para jogadores? Companhias como a Sony, a Nintendo e a Microsoft poderão desenvolver videogames dotados de uma velocidade tão incrível que não serão necessários “loadings” (carregamentos de fases e jogos) eternos. Além disso, os memristores poderão agilizar o processo de instalação dos jogos.
Como estamos falando de memória, não poderíamos deixar de salientar a possível utilização dos memristores em dispositivos de armazenamento. É muito provável que os memristores sejam o futuro do armazenamento, porque eles têm uma capacidade muito maior do que os HDs e os SSDs. Para se ter uma ideia, em apenas 1 cm² será possível armazenar 125 MB, ou seja, no mesmo espaço de um SSD comum será possível armazenar aproximadamente 1, 5 TB (TeraBytes) ou quem sabe muito mais.
Além dos exemplos já citados, o memristor também deve ajudar a computação a chegar num nível tão incrível de tecnologia, que num futuro distante é possível que os memristores possam ser úteis para ajudar em sistemas parecidos com o cérebro humano. Isso mesmo, hoje já temos o reconhecimento facial e a leitura biométrica, porém com os memristores essas tecnologias podem ser aprimoradas e poderão alcançar um nível de precisão incrível.
Inclusive, os sistemas que contarem com a tecnologia dos memristores poderão ter um nível de inteligência maior, sendo capazes de armazenar decisões e peculiaridades sobre os usuários dos computadores. Imagine como seria bom se o computador já soubesse o que você prefere, de modo que você não precisaria ficar se incomodando com atividades básicas. Por exemplo, os memristores poderão armazenar os programas que você sempre abre na inicialização do sistema, de modo que você não precisa clicar neles, porque os memristores irão memorizar isso e abrir tudo automaticamente. Entretanto, tudo isso...
Ainda deve demorar
A HP anunciou que já tem protótipos do memristor e que está realizando diversos testes para que a tecnologia seja aperfeiçoada. A empresa ainda não cogitou a fabricação em larga escala. Até porque investir numa tecnologia nova é algo relativamente caro e também porque a empresa talvez pense em firmar alguns contratos antes de produzir os memristores para adaptação em componentes de outras fabricantes.
Espera-se que os primeiros produtos (memórias e dispositivos de armazenamento) com memristores cheguem aos fabricantes antes de 2012, de forma que os produtos devem estar disponíveis por volta de 2015. Entretanto, enquanto o memristor não sai dos laboratórios, o bodegadaserra continuará trazendo informações de como anda o progresso dessa e de outras tecnologias. O que você achou do memristor? Crê que este componente pode ter futuro? Opine, queremos você participando em nosso blog.
Fonte : Fábio Roberto Machado Jordão , by Baixaki
Rádio Forró Tradicional
terça-feira, 21 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Energia sem fio de longa distância
Engenharia
Incorporando ou não a ressonância, a indução geralmente envia energia por curtas distâncias. Mas existem planos de criar uma energia elétrica sem fios que pode cobrir uma área de alguns quilômetros. Algumas pesquisas se propõem a enviar energia do espaço para a Terra.
Nos anos 80, o centro de pesquisa em comunicações do Canadá (Canada's Communications Research Centre) criou um pequeno avião que funciona com energia enviada pela terra. O avião, conhecido como SHARP (Stationary High Altitude Relay Platform - plataforma estacionária de transmissão em grande altitude), foi desenvolvido para se tornar um retransmissor de comunicação. Em vez de voar de um ponto a outro, o SHARP poderia voar em círculos de dois quilômetros de diâmetro em uma altitude de até 21 quilômetros. Ele poderia fazer isso durante meses.
O SHARP poderia operar com energia transmitida da Terra
O segredo do SHARP era um grande transmissor microondas que ficava no solo. A rota circular do avião sempre estava dentro da área de alcance do transmissor. Uma grande antena retificadora em forma de disco, localizada atrás das asas do avião, transformava a energia de microondas proveniente do transmissor em eletricidade de corrente contínua (CC). Devido à interação das microondas com a antena retificadora, o SHARP tinha uma fonte de energia constante, desde que estivesse próximo a uma fonte de energia de microondas.
Outros tipos de energia
A NASA também desenvolveu outras fontes de energia de longa distância para aviões. Os cientistas do centro de vôo espacial Marshal (Marshal Space Flight Center) usaram um laser infravermelho invisível para ativar células fotovoltaicas em um pequeno avião. As células fotovoltaicas - essencialmente células solares - convertiam a luz em eletricidade. Um sistema similar poderia também energizar dispositivos que controlavam o cabo de um elevador espacial. Entretanto, sistemas como esse precisam de uma linha de visão direta entre o laser e as células solares.
A antena retificadora é uma peça fundamental em muitas teorias de transmissão de energia sem fio. Elas são formadas por uma série de antenas dipolares, que têm pólos negativos e positivos. Estas antenas se conectam a diodos semicondutores. O que acontece é o seguinte:
as microondas, que são parte do espectro eletromagnético, alcançam a antena dipolar;
a antena coleta a energia das microondas e a transmite para os diodos;
os diodos agem como interruptores que estão fechados ou abertos, permitindo que os elétrons sigam em apenas uma direção. Eles guiam os elétrons para o circuito da antena retificadora;
o circuito direciona os elétrons (corrente elétrica) para as partes e sistemas que precisam deles.
Outros tipos de transmissão de energia para longas distâncias também necessitam de antena retificadora. David Criswell da Universidade de Houston propôs o uso de microondas para transmitir eletricidade para a Terra a partir de estações de energia solar na Lua. Dezenas de milhares de receptores na Terra capturariam esta energia e as antenas converteriam a energia em eletricidade.
As estações na Terra podem receber energia da Lua através de microondas
As microondas passam facilmente pela atmosfera e as antenas as transformam em eletricidade de maneira muito eficiente. Além disso, as antenas na Terra poderiam ser construídas em forma de malha, permitindo que o sol e a chuva chegassem ao solo e minimizasse o impacto ambiental. Seria uma forma bastante limpa de conseguir energia. Mas há algumas limitações:
1.As estações de energia solar na Lua precisariam ter manutenção e supervisão, ou seja, teriam de existir bases povoadas lá;
2.Somente uma parte da Terra tem uma linha de visão direta com a Lua num dado instante. Para ter certeza de que o planeta inteiro teria uma fonte de energia constante, uma rede de satélites teria de redirecionar a energia de microondas;
3.Muitas pessoas resistiriam à idéia de serem constantemente banhadas por energia de microondas vinda do espaço, mesmo que o risco seja relativamente baixo.
Os cientistas já criaram protótipos de aeronaves que funcionam com energia sem fio. Mas aplicações de larga escala, como as estações de energia na Lua, ainda estão num plano teórico. Com o aumento da população e a demanda por energia, as fontes disponíveis na Terra podem acabar. Eventualmente, a energia sem fio pode se tornar uma necessidade, em vez de uma idéia interessante.
Continue lendo para obter mais informações sobre eletricidade, energia sem fio e outros assuntos relacionados.
Incorporando ou não a ressonância, a indução geralmente envia energia por curtas distâncias. Mas existem planos de criar uma energia elétrica sem fios que pode cobrir uma área de alguns quilômetros. Algumas pesquisas se propõem a enviar energia do espaço para a Terra.
Nos anos 80, o centro de pesquisa em comunicações do Canadá (Canada's Communications Research Centre) criou um pequeno avião que funciona com energia enviada pela terra. O avião, conhecido como SHARP (Stationary High Altitude Relay Platform - plataforma estacionária de transmissão em grande altitude), foi desenvolvido para se tornar um retransmissor de comunicação. Em vez de voar de um ponto a outro, o SHARP poderia voar em círculos de dois quilômetros de diâmetro em uma altitude de até 21 quilômetros. Ele poderia fazer isso durante meses.
O SHARP poderia operar com energia transmitida da Terra
O segredo do SHARP era um grande transmissor microondas que ficava no solo. A rota circular do avião sempre estava dentro da área de alcance do transmissor. Uma grande antena retificadora em forma de disco, localizada atrás das asas do avião, transformava a energia de microondas proveniente do transmissor em eletricidade de corrente contínua (CC). Devido à interação das microondas com a antena retificadora, o SHARP tinha uma fonte de energia constante, desde que estivesse próximo a uma fonte de energia de microondas.
Outros tipos de energia
A NASA também desenvolveu outras fontes de energia de longa distância para aviões. Os cientistas do centro de vôo espacial Marshal (Marshal Space Flight Center) usaram um laser infravermelho invisível para ativar células fotovoltaicas em um pequeno avião. As células fotovoltaicas - essencialmente células solares - convertiam a luz em eletricidade. Um sistema similar poderia também energizar dispositivos que controlavam o cabo de um elevador espacial. Entretanto, sistemas como esse precisam de uma linha de visão direta entre o laser e as células solares.
A antena retificadora é uma peça fundamental em muitas teorias de transmissão de energia sem fio. Elas são formadas por uma série de antenas dipolares, que têm pólos negativos e positivos. Estas antenas se conectam a diodos semicondutores. O que acontece é o seguinte:
as microondas, que são parte do espectro eletromagnético, alcançam a antena dipolar;
a antena coleta a energia das microondas e a transmite para os diodos;
os diodos agem como interruptores que estão fechados ou abertos, permitindo que os elétrons sigam em apenas uma direção. Eles guiam os elétrons para o circuito da antena retificadora;
o circuito direciona os elétrons (corrente elétrica) para as partes e sistemas que precisam deles.
Outros tipos de transmissão de energia para longas distâncias também necessitam de antena retificadora. David Criswell da Universidade de Houston propôs o uso de microondas para transmitir eletricidade para a Terra a partir de estações de energia solar na Lua. Dezenas de milhares de receptores na Terra capturariam esta energia e as antenas converteriam a energia em eletricidade.
As estações na Terra podem receber energia da Lua através de microondas
As microondas passam facilmente pela atmosfera e as antenas as transformam em eletricidade de maneira muito eficiente. Além disso, as antenas na Terra poderiam ser construídas em forma de malha, permitindo que o sol e a chuva chegassem ao solo e minimizasse o impacto ambiental. Seria uma forma bastante limpa de conseguir energia. Mas há algumas limitações:
1.As estações de energia solar na Lua precisariam ter manutenção e supervisão, ou seja, teriam de existir bases povoadas lá;
2.Somente uma parte da Terra tem uma linha de visão direta com a Lua num dado instante. Para ter certeza de que o planeta inteiro teria uma fonte de energia constante, uma rede de satélites teria de redirecionar a energia de microondas;
3.Muitas pessoas resistiriam à idéia de serem constantemente banhadas por energia de microondas vinda do espaço, mesmo que o risco seja relativamente baixo.
Os cientistas já criaram protótipos de aeronaves que funcionam com energia sem fio. Mas aplicações de larga escala, como as estações de energia na Lua, ainda estão num plano teórico. Com o aumento da população e a demanda por energia, as fontes disponíveis na Terra podem acabar. Eventualmente, a energia sem fio pode se tornar uma necessidade, em vez de uma idéia interessante.
Continue lendo para obter mais informações sobre eletricidade, energia sem fio e outros assuntos relacionados.
domingo, 28 de junho de 2009
Cuidando da Saúde
UTILIZAÇÃO DA LUZ COMO TERAPIA
É importante compreender a relação entre cor, comprimento de onda, calor e ionização porque dependendo dessas variáveis uma cor irá exercer efeitos físicos diferentes. Ondas longas possuem menos energia, portanto, penetram menos nos tecidos do que as ondas curtas e produzem mais calor local. Isso explica, por exemplo, o nível de profundidade diferente em que um organismo pode ser lesado pela exposição excessiva ao calor ou aos raios X.
Uma cor da faixa do vermelho (maior comprimento de onda) vai ser acompanhada por uma produção de calor bem maior do que as cores da faixa do violeta, mas estas cores da faixa do violeta já terão misturado algumas radiações ionizantes, capaz de alterar os tecidos. Portanto, o que determina o modo de atuação física da luz no organismo é a quantidade de energia gerada por sua fonte, a qual determinará a cor produzida, que nada mais é do que um indicador externo, fácil de ver, do tipo e da quantidade de energia que estamos usando. Desta forma, apesar das aparências contrarias (por causa da sensação de calor e frio), as luzes na faixa do azul violeta contêm mais energia do que as da faixa do vermelho- amarelo, justamente porque não dispersam quase nada de calor. As luzes da faixa do vermelho são menos penetrantes que as da faixa do violeta. O verde que se encontra no centro do espectro se equilibra entre os dois extremos.
VERMELHO – A luz vermelha é a de maior comprimento de onda (7600 Å), é a que penetra menos nos tecidos produz mais calor. Desta forma há a estimulação da circulação, vasodilatação e aumento da freqüência cardíaca, o que resulta em maior aporte sangüíneo, maior aporte de nutrientes de células de defesa, acelerando o combate às infecções e a recuperação dos tecidos lesados. Acelera também remoção de detritos, toxinas e células mortas. Estimula, ainda as terminações nervosas e aumenta a sensibilidade. A luz vermelha é indicada na insuficiência cardíaca e aporte insuficiente de sangue, feridas não supuradas, inflamações, tosse crônica, asma, laringites, anemias, paralisias e doenças musculares atróficas.
Contra indicações – febre, hipertensão e neurite.
LARANJA – Não se distingue nitidamente das cores que a formam (vermelho e amarelo), sendo a diferença entre elas apenas de intensidade. Sua função básica é auxiliar o órgão ou célula a selecionar o que lhe é benéfico e eliminar o que lhe é inútil ou nocivo. È propicia para a digestão e metabolismo alimentar, função renal, cálculos renais e biliares. È indicada para todos os tipos de esclerose, anemia, asma, bronquite, como antiespamódico, aumenta a pulsação sem aumentar a pressão, aumenta o apetite, estimula a digestão, aumenta fertilidade e fecundidade.
Contra indicações – febre, hipertensão e neurite.
AMARELO – Tem a metade da força estimulante do vermelho e metade da capacidade reparadora do verde. É quente, mas não tanto quanto o vermelho. È vasodilatadora e estimula a atividade celular, facilitando a regeneração de tecidos desvitalizados. È utilizada para promover a cura e a cicatrização de lesões diversas especialmente em órgão e tecidos sensíveis, onde o vermelho poderia ser prejudicial. É indicada nas deficiências do estomago, fígado, pâncreas e vesícula biliar, ativa a digestão, fortifica o sistema endócrino e agudiza processos crônicos.
Contra indicações – febre, hipertensão, inflamação aguda e diarréia.
VERDE – Ocupa exatamente o centro do espectro eqüidistante dos dois pólos, vermelho e violeta. Todas as suas características físicas o colocam como a cor mais semelhante ao branco. É usado em ferimentos, inflamações e processos degenerativos. Impulsiona a atividade celular favorecendo a cicatrização, sem excitar como o vermelho. Acelera o processo de cura estimulando a proliferação celular e substituição dos tecidos degenerados. Por ter comprimento de onda intermediário (5200 Å), penetra mais nos tecidos que o vermelho e reduz a reação inflamatória nos órgãos. A luz verde é indicada nas tosses, tumores, inflamações articulares, cistos, dilatações brônquicas e doenças oculares.
Contra indicações – hipertensão, paralisia, contrações musculares e reumatismo.
AZUL – Luz fria, com efeito relaxante e analgésico. Aumenta o metabolismo, tem efeito descongestionante e promove o crescimento. Tem propriedade anti-séptica e promove a contração de artérias e veias. Indicada nas supurações, febre, congestão, dor, hipertensão, taquicardia, hemorragia, lesões de ligamentos e regula a contração muscular.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
ÍNDIGO – É uma luz elétrica, fria e adstringente, controla todos os sentidos, induz a produção de fagócitos, é depressor respiratório, tônico muscular e anestésico. É indicada nas alterações dos órgãos do sentido, nas alterações neurológicas com convulsões, hemorragias e patologias de garganta.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
VIOLETA – Ocupa o extremo frio do espectro de cores, é a luz visível de menor comprimento de onda (4000 Å) e, portanto, a mais penetrante, podendo atingir estruturas orgânicas em maior profundidade que as outras cores. Estimula a circulação periférica e o sistema imunológico, tem efeito bactericida e elimina toxinas e detritos resultantes da infecção. É indicada no controle de infecções, na cicatrização de feridas e no alívio da dor. Estimula o sistema linfático, a produção óssea e a regeneração dos tecidos.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
É importante compreender a relação entre cor, comprimento de onda, calor e ionização porque dependendo dessas variáveis uma cor irá exercer efeitos físicos diferentes. Ondas longas possuem menos energia, portanto, penetram menos nos tecidos do que as ondas curtas e produzem mais calor local. Isso explica, por exemplo, o nível de profundidade diferente em que um organismo pode ser lesado pela exposição excessiva ao calor ou aos raios X.
Uma cor da faixa do vermelho (maior comprimento de onda) vai ser acompanhada por uma produção de calor bem maior do que as cores da faixa do violeta, mas estas cores da faixa do violeta já terão misturado algumas radiações ionizantes, capaz de alterar os tecidos. Portanto, o que determina o modo de atuação física da luz no organismo é a quantidade de energia gerada por sua fonte, a qual determinará a cor produzida, que nada mais é do que um indicador externo, fácil de ver, do tipo e da quantidade de energia que estamos usando. Desta forma, apesar das aparências contrarias (por causa da sensação de calor e frio), as luzes na faixa do azul violeta contêm mais energia do que as da faixa do vermelho- amarelo, justamente porque não dispersam quase nada de calor. As luzes da faixa do vermelho são menos penetrantes que as da faixa do violeta. O verde que se encontra no centro do espectro se equilibra entre os dois extremos.
VERMELHO – A luz vermelha é a de maior comprimento de onda (7600 Å), é a que penetra menos nos tecidos produz mais calor. Desta forma há a estimulação da circulação, vasodilatação e aumento da freqüência cardíaca, o que resulta em maior aporte sangüíneo, maior aporte de nutrientes de células de defesa, acelerando o combate às infecções e a recuperação dos tecidos lesados. Acelera também remoção de detritos, toxinas e células mortas. Estimula, ainda as terminações nervosas e aumenta a sensibilidade. A luz vermelha é indicada na insuficiência cardíaca e aporte insuficiente de sangue, feridas não supuradas, inflamações, tosse crônica, asma, laringites, anemias, paralisias e doenças musculares atróficas.
Contra indicações – febre, hipertensão e neurite.
LARANJA – Não se distingue nitidamente das cores que a formam (vermelho e amarelo), sendo a diferença entre elas apenas de intensidade. Sua função básica é auxiliar o órgão ou célula a selecionar o que lhe é benéfico e eliminar o que lhe é inútil ou nocivo. È propicia para a digestão e metabolismo alimentar, função renal, cálculos renais e biliares. È indicada para todos os tipos de esclerose, anemia, asma, bronquite, como antiespamódico, aumenta a pulsação sem aumentar a pressão, aumenta o apetite, estimula a digestão, aumenta fertilidade e fecundidade.
Contra indicações – febre, hipertensão e neurite.
AMARELO – Tem a metade da força estimulante do vermelho e metade da capacidade reparadora do verde. É quente, mas não tanto quanto o vermelho. È vasodilatadora e estimula a atividade celular, facilitando a regeneração de tecidos desvitalizados. È utilizada para promover a cura e a cicatrização de lesões diversas especialmente em órgão e tecidos sensíveis, onde o vermelho poderia ser prejudicial. É indicada nas deficiências do estomago, fígado, pâncreas e vesícula biliar, ativa a digestão, fortifica o sistema endócrino e agudiza processos crônicos.
Contra indicações – febre, hipertensão, inflamação aguda e diarréia.
VERDE – Ocupa exatamente o centro do espectro eqüidistante dos dois pólos, vermelho e violeta. Todas as suas características físicas o colocam como a cor mais semelhante ao branco. É usado em ferimentos, inflamações e processos degenerativos. Impulsiona a atividade celular favorecendo a cicatrização, sem excitar como o vermelho. Acelera o processo de cura estimulando a proliferação celular e substituição dos tecidos degenerados. Por ter comprimento de onda intermediário (5200 Å), penetra mais nos tecidos que o vermelho e reduz a reação inflamatória nos órgãos. A luz verde é indicada nas tosses, tumores, inflamações articulares, cistos, dilatações brônquicas e doenças oculares.
Contra indicações – hipertensão, paralisia, contrações musculares e reumatismo.
AZUL – Luz fria, com efeito relaxante e analgésico. Aumenta o metabolismo, tem efeito descongestionante e promove o crescimento. Tem propriedade anti-séptica e promove a contração de artérias e veias. Indicada nas supurações, febre, congestão, dor, hipertensão, taquicardia, hemorragia, lesões de ligamentos e regula a contração muscular.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
ÍNDIGO – É uma luz elétrica, fria e adstringente, controla todos os sentidos, induz a produção de fagócitos, é depressor respiratório, tônico muscular e anestésico. É indicada nas alterações dos órgãos do sentido, nas alterações neurológicas com convulsões, hemorragias e patologias de garganta.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
VIOLETA – Ocupa o extremo frio do espectro de cores, é a luz visível de menor comprimento de onda (4000 Å) e, portanto, a mais penetrante, podendo atingir estruturas orgânicas em maior profundidade que as outras cores. Estimula a circulação periférica e o sistema imunológico, tem efeito bactericida e elimina toxinas e detritos resultantes da infecção. É indicada no controle de infecções, na cicatrização de feridas e no alívio da dor. Estimula o sistema linfático, a produção óssea e a regeneração dos tecidos.
Contra indicações – hipotensão, paralisia e contrações musculares.
domingo, 21 de junho de 2009
O que é o fogo selvagem
Saiba mais sobre o pênfigo, uma dolorosa e rara doença de pele
Existem muitas doenças, graves ou benignas, que até hoje intrigam os médicos e deixam as pessoas preocupadas, pelo fato de essas doenças não terem causas definidas ou curas descobertas. Uma doença rara, de processo lento de cura e cujos sintomas trazem muito sofrimento aos doentes é o pênfigo, conhecido popularmente como fogo selvagem.
O pênfigo é uma doença de pele, e se caracteriza pelo surgimento de bolhas que afetam o tórax, rosto e couro cabeludo, podendo se alastrar pelo corpo todo – inclusive órgãos internos, em seu estado mais grave. Existem dois tipos de pênfigo, o foliáceo e o vulgar. Embora não se saiba com exatidão a causa da doença, uma das prováveis causas seja a produção de anticorpos que atuam contra uma substância existente entre as células da pele.
O nome popular fogo selvagem origina do fato de essas bolhas na pele estourarem e deixarem feridas em carne viva, que ardem bastante (como se fossem “labaredas”). A pele desses pacientes se torna muito sensível e, devido às feridas, mais vulneráveis a infecções. Uma outra característica da doença é que ela pode se manifestar em vários momentos da vida do paciente.
Antigamente, da mesma forma que a hanseníase, o pênfigo era considerado uma doença “maldita”, e os doentes sofriam muita discriminação. Isso era causado pela falta de informação tanto da população quanto dos médicos sobre o fogo selvagem que, ao contrário do que muitos pensam, não é contagioso.
O tratamento da doença é lento, durando aproximadamente de 5 a 7 anos; ainda não se tem um medicamento que traga resultados mais imediatos. Geralmente, o doente recebe medicação oral à base de corticoides, além de banhos tópicos que ajudam na cicatrização das feridas e no alívio da sensação de queimadura.
No Brasil, dois hospitais são considerados como referência no tratamento dos portadores do pênfigo: Hospital Adventista do Pênfigo, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e o Lar da Caridade/Hospital do Fogo Selvagem em Uberaba (Minas Gerais).
FONTE: http://www.portalsaudepsf.com.br
Existem muitas doenças, graves ou benignas, que até hoje intrigam os médicos e deixam as pessoas preocupadas, pelo fato de essas doenças não terem causas definidas ou curas descobertas. Uma doença rara, de processo lento de cura e cujos sintomas trazem muito sofrimento aos doentes é o pênfigo, conhecido popularmente como fogo selvagem.
O pênfigo é uma doença de pele, e se caracteriza pelo surgimento de bolhas que afetam o tórax, rosto e couro cabeludo, podendo se alastrar pelo corpo todo – inclusive órgãos internos, em seu estado mais grave. Existem dois tipos de pênfigo, o foliáceo e o vulgar. Embora não se saiba com exatidão a causa da doença, uma das prováveis causas seja a produção de anticorpos que atuam contra uma substância existente entre as células da pele.
O nome popular fogo selvagem origina do fato de essas bolhas na pele estourarem e deixarem feridas em carne viva, que ardem bastante (como se fossem “labaredas”). A pele desses pacientes se torna muito sensível e, devido às feridas, mais vulneráveis a infecções. Uma outra característica da doença é que ela pode se manifestar em vários momentos da vida do paciente.
Antigamente, da mesma forma que a hanseníase, o pênfigo era considerado uma doença “maldita”, e os doentes sofriam muita discriminação. Isso era causado pela falta de informação tanto da população quanto dos médicos sobre o fogo selvagem que, ao contrário do que muitos pensam, não é contagioso.
O tratamento da doença é lento, durando aproximadamente de 5 a 7 anos; ainda não se tem um medicamento que traga resultados mais imediatos. Geralmente, o doente recebe medicação oral à base de corticoides, além de banhos tópicos que ajudam na cicatrização das feridas e no alívio da sensação de queimadura.
No Brasil, dois hospitais são considerados como referência no tratamento dos portadores do pênfigo: Hospital Adventista do Pênfigo, em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e o Lar da Caridade/Hospital do Fogo Selvagem em Uberaba (Minas Gerais).
FONTE: http://www.portalsaudepsf.com.br
domingo, 31 de maio de 2009
Pensando no Futuro !
Solução para a crise econômica
Mês de Janeiro, às margens do Mar Negro, chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.Eram tempos muito difíceis e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar o local, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um futuro melhor.
Mês de Janeiro, às margens do Mar Negro, chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado.Eram tempos muito difíceis e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar o local, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um futuro melhor.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Olhos de Super-Homem
Britânicos criam câmera capaz de enxergar, a 25 metros, armas, drogas ou explosivos escondidos sob as roupas das pessoas e diferenciar cocaína de açúcar
Quando foi criado em 1938 pelos desenhistas e escritores de ficção científica Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos americanos, o incrível personagem chamado Super-Homem conquistou imediatamente o público. E nem era para menos: o herói conseguia, por exemplo, voar na velocidade da luz, incendiar objetos lançando sobre eles apenas o seu olhar e dobrar cabos de aço com a tranqüilidade de quem monta um origami. Nenhum desses poderes, no entanto, foi tão cobiçado pela ciência como a sua visão de raio X – com ela, o Super-Homem conseguia enxergar através de roupas e além de paredes. Nada era impossível para esse personagem de ficção. Ficção? Não mais. Setenta anos após a sua criação, uma empresa da Grã-Bretanha desenvolveu e anunciou, na semana passada, numa exposição científica patrocinada pela Secretaria do Interior Britânica, o lançamento de uma câmera que vai muito além dos demais instrumentos de segurança atualmente espalhados pelo mundo. Assim como o Super-Homem, a T5000, da empresa ThruVision, consegue enxergar através de paredes e de vestimentas, “desnudando” traficantes e terroristas que estejam portando, sob a roupa, armas, bombas ou drogas. Dos quadrinhos e das telas para a vida real, a criação dessa espécie de Super-Homem desenvolvida pela ciência está sendo comemorada pela indústria de tecnologia de segurança do Reino Unido.
Ao contrário das câmeras instaladas hoje em locais públicos, que utilizam raios X, a novidade se baseia na análise de ondas terahertz (ou raios T), que são uma radiação eletromagnética com baixo nível de energia emitida pelas pessoas e objetos. As freqüências na faixa de 0,1 e 10 terahertz situam-se entre as faixas da microonda e do infravermelho. “Nossa tecnologia funciona com base no conceito de que todas as pessoas e objetos emitem níveis reduzidos de radiação eletromagnética”, diz Clive Beattie, presidente- executivo da ThruVision. A câmera dessa nova engenhoca possui uma microantena de ouro que capta a radiação terahertz emitida por um determinado objeto. Após ser analisada por um termômetro extremamente sensível, chamado nitreto de nióbio, essa radiação é visualizada na tela de um computador e um programa específico informa sobre o tipo de objeto que foi encontrado sob a roupa. Segundo a empresa, o T5000 é capaz de distinguir a onda emitida pelos mais diversos materiais. “É assim que sabemos a diferença entre explosivos e um bloco de argila. E conseguimos distinguir entre cocaína e um punhado de açúcar”, diz Beattie. Para se ter noção da sutileza dessa energia, até mesmo as cadeias de DNA vibram em nosso organismo na freqüência terahertz e isso significa, saindo do terreno da segurança e entrando no campo da medicina, que no futuro os especialistas poderão ajustar essa freqüência, realizando arranjos terapêuticos. “Células cancerosas, como o melanoma, também vibram nessa freqüência, o que permitirá a descoberta da doença em estágios iniciais”, diz Beattie.
5 segundos é o tempo que a câmera T5000 leva para reconhecer uma arma ou um pacote de cocaína escondidos sob a roupa
“Se olharmos para alguém em terahertz, a pessoa irá aparecer brilhando como uma lâmpada e a intensidade do brilho dos objetos irá variar” Clive Beattie, presidente da ThruVision
A alta potência da câmera detecta objetos a uma distância de até 25 metros e ela opera como detectora ainda que as pessoas estejam em movimento. Para quem ficou preocupado com a privacidade, a ThruVision explica que a T5000 “não revela detalhes físicos sobre o corpo observado, apenas coisas”. Essa revolucionária tecnologia terá aplicações militares e civis e será utilizada em aeroportos, shopping centers, eventos esportivos e em demais situações nas quais haja grande concentração de pessoas “Atos de terrorismo abalaram o mundo nos últimos anos e as precauções têm de ser reforçadas”, diz Beattie. “A capacidade de olharmos artefatos escondidos no corpo, nesse momento em que há tantos atentados suicidas, é essencial para reforçar qualquer sistema abrangente de segurança.” ´
Fonte : ISTOÉ Independente
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Pedra brasileira não é da Terra.
Diamantes negros do Brasil são extraterrestres
Inovação Tecnológica
Se de fato "os diamantes são para sempre," parece que, em relação ao planeta Terra, eles também "o são desde sempre". Geólogos descobriram que os chamados diamantes carbonados, ou diamantes negros, não se originaram na Terra, mas no espaço exterior.
O nome diamante carbonado foi cunhado no Brasil no século XVIII, e é usado internacionalmente ("carbonado diamonds"). Eles só ocorrem aqui no Brasil e na República Centro-Africana.
Cientistas de duas universidades norte-americanas agora descobriram que esse tipo muito específico de diamante, que não é encontrado em nenhuma mina na Terra, tem uma origem extra-terrestre.
"Elementos traço críticos para uma origem ET são o nitrogênio e o hidrogênio," afirma Stephen Haggerty, um dos autores do artigo que descreve a descoberta. A presença de hidrogênio nos diamantes carbonados indica que eles foram formados em um ambiente rico nesse gás, no espaço interestelar.
Os diamantes tradicionais são minerados a partir de rochas vulcânicas chamadas kimberlitos. Eles também podem ser extraídos de fontes secundárias, chamadas aluviões, que se formam quando os kimberlitos são desgastados pela ação dos agentes naturais e fazem com que os diamantes soltem-se da rocha original e se acumulem, principalmente em cursos d´água.
Essa formação é praticamente idêntica em todas as minas ao redor do mundo. Mas nenhuma delas é compatível com a formação dos diamantes carbonados. Todas as minas de diamante do mundo em conjunto produziram cerca de 600 toneladas de diamantes convencionais desde 1900. Mas nenhuma delas produziu um quilate sequer de diamantes negros.
Segundo os pesquisadores, os diamantes carbonados foram formados em explosões de estrelas chamadas supernovas. Quando chegaram à Terra, eles eram do tamanho de asteróides, medindo até um quilômetro de diâmetro. Fonte: Hypesciense.com
Inovação Tecnológica
Se de fato "os diamantes são para sempre," parece que, em relação ao planeta Terra, eles também "o são desde sempre". Geólogos descobriram que os chamados diamantes carbonados, ou diamantes negros, não se originaram na Terra, mas no espaço exterior.
O nome diamante carbonado foi cunhado no Brasil no século XVIII, e é usado internacionalmente ("carbonado diamonds"). Eles só ocorrem aqui no Brasil e na República Centro-Africana.
Cientistas de duas universidades norte-americanas agora descobriram que esse tipo muito específico de diamante, que não é encontrado em nenhuma mina na Terra, tem uma origem extra-terrestre.
"Elementos traço críticos para uma origem ET são o nitrogênio e o hidrogênio," afirma Stephen Haggerty, um dos autores do artigo que descreve a descoberta. A presença de hidrogênio nos diamantes carbonados indica que eles foram formados em um ambiente rico nesse gás, no espaço interestelar.
Os diamantes tradicionais são minerados a partir de rochas vulcânicas chamadas kimberlitos. Eles também podem ser extraídos de fontes secundárias, chamadas aluviões, que se formam quando os kimberlitos são desgastados pela ação dos agentes naturais e fazem com que os diamantes soltem-se da rocha original e se acumulem, principalmente em cursos d´água.
Essa formação é praticamente idêntica em todas as minas ao redor do mundo. Mas nenhuma delas é compatível com a formação dos diamantes carbonados. Todas as minas de diamante do mundo em conjunto produziram cerca de 600 toneladas de diamantes convencionais desde 1900. Mas nenhuma delas produziu um quilate sequer de diamantes negros.
Segundo os pesquisadores, os diamantes carbonados foram formados em explosões de estrelas chamadas supernovas. Quando chegaram à Terra, eles eram do tamanho de asteróides, medindo até um quilômetro de diâmetro. Fonte: Hypesciense.com
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